sábado, 22 de dezembro de 2007

Pânico Total Reloaded

Dezembro, dia 22


Quando se chegou ao camarim para tomarmos conta das personagens para as levarmos ao estádio de Alvalade, houve quem não gostasse muito da escolha. Eu fiquei muito feliz, pois toda a minha roupa estava........lavada. Parecíamos uma visita de estudo. Havia pânico e o tempo a escassear, uma rebaldaria total no camarim, entre chás e bolachas, entre gritos e desespero.. eheh Depois caminhámos até à camioneta, entre gritos de apoio à equipa do Sporting e mais espectativas. A viagem correu bem, com algumas canções pelo meio, com conversas à mistura, à medida que ia anoitecendo em cima de nós. Quando lá chegámos andámos às voltas primeiro que déssemos com o refeitório/camarim improvisado. Depois todos loucos descemos e subimos escadas com as direcções todas trocadas até desembocarmos no enorme estádio. Primeiro haviam uns gatos pingados que não queriam ser animados, depois haviam mais e mais gatos que tinham o mesmo espírito. Uma coisa complicada. Acenava-se, cumprimentava-se os mais felizes e tentava-se não se meter no campo de visão dos fanáticos enquanto animávamos aquilo. Depois o jogo começou e quase fomos expulsos à pedrada, mas de forma gentil... Quase toda a gente comeu à pressa e depois haviam aqueles a quem a má disposição aconteceu, como é claro. No intervalo andámos lá com os mega-balões a brincar com o público, enquanto aparecíamos nos paineis televisivos. Quando voltámos, jantámos com amis calma e eu ainda reoubei uma gelatina à Alzira.

Na volta a viagem foi mais calma e silenciosa. Eu e a Carla viémos a ouvir as gravações de “Sopra Carla” e a rir muito. Entre conversas e ventoinhas Eólicas, entre escuridão e esperança... Quando chegámos houve mais chá e bolachas, confusão coms os horários, trocas e baldrocas, aborrecimentos e folgas de empurrão. Depois fomos sair. Pelo menos não houve tanta indecisão como na noite anterior.

Fomos até ao bar Medieval, onde estive a arrumar a mala e a Alexandra esteve a ler a carta astral a Carla. Depois decidimos ir até Caldas porque havia uma festa nas Ceres. Mas afinal não havia festa nenhuma. Era uma festa fantasma. Tentámos o Demodé, mas já estava empacotado até mais não. Então decidimos ir até à praça do Daiquiri. Ficámos por alí a cirandar entre conversas e baldes de cerveja até acabarmos no Daquiri a beber chocolates quentes e a comer Waffles de Chocolate mega enjoativos. Alexandra fazia a numerologia de nomes artisticos enquanto alguns se encaminharam para uma pseudo festa nos arrabaldes do intermarché algures em nenhures.

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