Dezembro, dia 31
Hoje fui substituir pessoal e então calhou-me o Urso. Fui fazer de Urso para cima das rochas, sempre à sombra, roubando à descarada as ideias de Carla. Fotos para aqui, fotos para ali... o costume. Eu e o Ulisses (Esquimó), fizémos uma sessão de luta que a rena (Mariana) foi lá acabar. Aqueles fatos são a comédia pura... Depois inventei conversas com os pinguins de enfeitar e ainda estive a dançar na discoteca... Até fiz o pino contra a parede da casa do Pai Natal. As coisas que temos de inventar para animar... E ainda comi sem tirar o fato, pois a alfinetada era tanta que o Valha-me Deus ao quadrado parecia ser mais fácil que tirar aquilo para encher o bandulho.
Depois fomo-nos delongando para a festa de passagem de ano na casa da praia, no bom sucesso! A confusão instalou-se claro pois ninguém sabia nada de nada. Mas as coisas lá se puseram a direito e fomos jantar! Metade da vila natal estava lá. Bebida, musica e animação... Dança, “come-não-come”, riso, partilha... Até que alguns, depois da meia-noite foram para a Nazaré, outros ficaram a falar, dançar, cantar à fogueira, até que se fez manhã. Depois chegou Hevia com aquela musica maravilhosa e nós corremos pelo pinhal fora que nem doidos a cantar e a curtir a musica, enquanto algumas pessoas tentavam curar a bezana. Às dez da manhã ainda dançávamos pela vigézima vez consecutiva a musica, pelos campos fora. Ainda tentámos ir ver o mar, mas o frio demoveu os poucos que se aventuraram!
Hoje fui substituir pessoal e então calhou-me o Urso. Fui fazer de Urso para cima das rochas, sempre à sombra, roubando à descarada as ideias de Carla. Fotos para aqui, fotos para ali... o costume. Eu e o Ulisses (Esquimó), fizémos uma sessão de luta que a rena (Mariana) foi lá acabar. Aqueles fatos são a comédia pura... Depois inventei conversas com os pinguins de enfeitar e ainda estive a dançar na discoteca... Até fiz o pino contra a parede da casa do Pai Natal. As coisas que temos de inventar para animar... E ainda comi sem tirar o fato, pois a alfinetada era tanta que o Valha-me Deus ao quadrado parecia ser mais fácil que tirar aquilo para encher o bandulho.
Depois fomo-nos delongando para a festa de passagem de ano na casa da praia, no bom sucesso! A confusão instalou-se claro pois ninguém sabia nada de nada. Mas as coisas lá se puseram a direito e fomos jantar! Metade da vila natal estava lá. Bebida, musica e animação... Dança, “come-não-come”, riso, partilha... Até que alguns, depois da meia-noite foram para a Nazaré, outros ficaram a falar, dançar, cantar à fogueira, até que se fez manhã. Depois chegou Hevia com aquela musica maravilhosa e nós corremos pelo pinhal fora que nem doidos a cantar e a curtir a musica, enquanto algumas pessoas tentavam curar a bezana. Às dez da manhã ainda dançávamos pela vigézima vez consecutiva a musica, pelos campos fora. Ainda tentámos ir ver o mar, mas o frio demoveu os poucos que se aventuraram!

E aqui fica uma foto da Mimosa com dois clientes que foram apanhados nas suas garras.... ehehe